Recomendações

(12)
Fernando Antonio Moreira Pinto, Advogado
Fernando Antonio Moreira Pinto
Comentário · há 5 meses
O comentário da Dra Alice Aquino, traduz em linha e meia o que eu gastaria 20 laudas para explicar.
Me formei aos 43 anos após uma graduação ja com família constituída.
Abri mão de um escritorio em sociedade em frente a Justiça do Trabalho e por comodidade e melhor qualidade de vida abri um no andar de baixo da minha casa.
Minha renda anual cresce em média 30%.
E não ha segredo. Você que está em inicio de carreira não escolha um segmento único de trabalho. Pegue tudo, absolutamente tudo que aparecer no seu escritorio. Isso te dará um conhecimento amplo das áreas do Direito e diferentemente da formação acadêmica uma condição melhor de se espcializar em alguma delas, somente após sua estabilidade financeira.
Não creia em cartilhas e em receitas de bolo, creia em você! Se estas cartilhas dessem realmente certo, estes que a ministram estariam com seus escritórios lotados e não teriam tempo de elaborar fórmulas, pois estariam absorvidos pelas demandas dos próprios escritórios.
Vou ao supermercado e por la ficam dezenas de cartões, idem na padaria, na oficna, no médico, no borrracheiro, na pizzaria... Assim, as coisas caminham. Seja justo e honesto com seus clientes e eles serão sua melhor mídia. Não aceitem as propostas insanas de bancas que oferecem pouco mais de mil reais de trabalho para você, pois um único testamento com pouco mais de hora de trabalho te renderão mais que isso.
O segredo, como disse nossa colega é trabalhar, mas sobretudo ter muita disciplina e acreditar na sua capacidade pessoal.
Christina Morais, Advogado
Christina Morais
Comentário · há 2 anos
Desculpe, mas, com todo respeito, estou me perguntando, como um advogado de carreira pode soltar a pérola "o julgamento no STF do ex-presidente Lula". Lula foi julgado pela Justiça Federal, pelo juiz competente. No STF houve o julgamento de um HC, um remédio constitucional, que decidiria se caberia ou não, no caso concreto, o salvo conduto do paciente. E decidiu, conforme todos vimos.

Sobre a presunção de inocência, não precisa de leis para entender. Basta um dicionário mesmo:

1. ato de presumir ou de se presumir; julgamento baseado em indícios, aparências.
2. suposição que se tem por verdadeira.

Bom, as provas afastam os indícios. Uma vez condenado, acaba a presunção de inocência. Agora a presunção é de culpabilidade e o réu terá que se defender. A partir do momento em que o réu se vê na situação de abrir a boca para se defender e apresentar provas contrárias à sua culpabilidade, é porque ele já perdeu a presunção de inocência. Isso é o óbvio do óbvio do óbvio. E só começou a ser questionado no Brasil quando políticos poderosos começara a cair pelas tabelas em ações penais. Antes de sair em defesa deles, é preciso pensar, como advogado, comprometido por juramento a defender as leis e a Constituição, se é isso o que queremos mesmo.

Enfim, lembre que o réu, antes de ser condenado, pode ficar até calado. Não precisa fazer nada. O MP terá que provar o que alega na denúncia. O juiz julgará com base nas provas dos autos. PROVAS, oposto de INDÍCIOS. Aí, cessa a presunção de inocência, caso seja condenado. Uma alteração seria possível com base em nulidades e fraudes, que deslegitimem as provas dos autos. Tanto em relação à autoria ou mesmo da existência do crime. E pra isso, o réu precisa provar o que alega, ou seja, já não é presumido inocente.

Sobre as garantias constitucionais, a principal é que TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI. A lei, ou seja, o CPP, a Lei de Execucoes Penais, a Jurisprudência e até a CF preveem as situações em que o réu pode ser preso antes de trânsito em julgado da sentença condenatória. Portanto, essa lei, ou melhor, esse conjunto de normas, vale para todos igualmente. TODOS. Não todos, menos um.
Novo no Jusbrasil?
Ative gratuitamente seu perfil e junte-se a pessoas que querem entender seus direitos e deveres

Outros advogados em Timbó (SC)

Carregando

Ricardo Blummendorf

Entrar em contato